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MÚSICALP | VINILVINIL NACIONALVinil Renato Russo - O Último Solo (Laranja)
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Renato Russo

Vinil Renato Russo - O Último Solo (Laranja)

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Vinil Renato Russo - O Último Solo (Laranja Translúcido)
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Vinil Renato Russo - O Último Solo (Laranja Translúcido) Em 1994, Renato Russo resolveu se dedicar a algo diferente em sua já consagrada carreira, e em paralelo à Legião Urbana, lançou-se em projetos solos. Para não confundir o público, decidiu por gravá-los em outras línguas. Começou por “The Stonewall Celebration Concert”, um sucesso inesperado que chegou a Disco de Platina, por suas 250 mil cópias vendidas. Ele, que vinha comprando CDs da moderna música pop italiana há algum tempo, pensou em fazer um álbum reciclando o pop e o brega italianos, gravando na língua nativa de seus antepassados. Assim nasceu “Equilíbrio distante” (1995) que, diferentemente do primeiro, estourou dois hits nas rádios em todo o país, levando-o a ganhar Disco de Diamante, por 1 milhão de cópias. Quis o destino que ele viesse a falecer um ano depois, vítima do vírus do HIV, em 11 de outubro de 1996. Por isso, as sobras de gravação de ambos os discos deram origem a este “O último solo”, que a Universal Music lança pela primeira vez no formato LP. O álbum é composto de quatro faixas de cada um desses álbuns, com as gravações finalizadas por seu guitarrista Carlos Trilha, que trabalhou com ele tanto nesses CDs quanto nos dos dois últimos da Legião Urbana, “A tempestade” e “A última estação”. Trilha manteve a elegância estética do artista, lembrando-se de um conselho fundamental que Renato lhe dera: “Seja menos racional e técnico, deixe-se levar mais por sua intuição”. O disco abre com a derramada “Hey, that’s no way to say goodbye”, do cantor e compositor canadense Leonard Cohen, gravado por Judy Collins em 1967 e pelo autor em 1968. A seguir, “The dance” e “Il mondo degli altri”, que receberam arranjos de cordas do maestro inglês Graham Preskett, registradas no estúdio da EMI em Abbey Road, em Londres, que Renato cultuava, por ser o local onde gravaram mitos do rock, como Beatles e Pink Floyd. Igualmente românticas são “Ti chiedo onesta”, uma versão alternativa de “Lettera” (também presente em “Equilíbrio distante”) e “E tu come stai?”. Finalmente, há dois standards “americanos”, “I loves you Porgy” (da ópera “Porgy & Bess”, dos irmãos Geoerge & Ira Gershwin e DuBose Heyward), este acompanhado apenas pelo piano de Carlos Trilha, e “Change partners”, composto por Irving Berlin. Nessa gravação, o produtor e tecladista recriou o clima da original, feita em bolachão de 78 rotações em 1938, incorporando chiados e limando as frequências graves e agudas típicas da época, criando uma transição para o som contemporâneo e voltando à mesma estética ao final. Assim, em 1997, foi lançado este “O último solo”, cujo título foi escolhido pelo pai do cantor, Renato Manfredini, também pelo fato de Russo ter escolhido que jogassem suas cinzas no solo, especificamente no jardim de Burle Marx, representado, na capa, por um belo quadro de flores, de sua irmã, Carmen. Por uma razão afetiva: sempre que ia visitá-la, dizia que um dia o levaria para sua casa. Repertório do LP: Lado A: 1. Hey that’s no way to say goodbye (Leonard Cohen) 2. The dance (Tony Arata) 3. Il mondo degli altri (Aleandro Civai/Francesco Antonio Palmieri) 4. Ti chiedo onesta (Giancarlo Bigazzi/Marco Falagiani/Aleandro Civai) Lado B: 1. Lettera (Cheope/Marco Marati/Gianni Salvatori/Ignacio Ballesteros Diaz/Angelo Valsiglio) 2. I loves you, Porgy (George Gershwin/Ira Gershwin/DuBose Heyward) 3. E tu come stai? (Claudio Baglioni) 4. Change partners (Irving Berlin)
Características
Gênero
Rock Nacional
Características
Gênero
Rock Nacional