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MÚSICALP | VINILVINIL NACIONALVinil Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)
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Dorival Caymmi

Vinil Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

Referência: 26019995780743

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Dorival Caymmi - Canções Praieiras de 1954 em vinil Vermelho.
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Vinil Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954 / LP Vermelho) Dorival Caymmi – Canções Praieiras (1954) O cantor e compositor Dorival Caymmi pegou um “ita” e chegou à Cidade Maravilhosa em 1938. Tinha 24 anos e trazia apenas uma malinha e seu violão embaixo do braço. Conseguiu se embrenhar no ambiente radiofônico e, no ano seguinte, conheceu a maior cantora de seu tempo, Carmen Miranda, que o projetou gravando três músicas suas, incluindo uma em dueto com ele, “O que é que a baiana tem?”, que marcou sua estreia em disco como intérprete. Logo o Brasil ficou conhecendo aquele baiano que em suas canções, cantadas com sua voz de trovão e um violão bem diferente de tudo que havia até então, transbordava suas impressões sobre a Bahia. A geografia da cidade, seus habitantes, sua culinária, as respectivas quituteiras, suas danças, a negritude, a religiosidade afro e... suas praias. As canções praieiras de Dorival Caymmi sempre foram um espetáculo à parte dentro de sua obra. Contemplativo, ficava impressionado em ver os jangadeiros partindo mar adentro para pescar, de modo a tirar o seu sustento, com suas esposas e filhos se despedindo na areia, contudo, testemunhando também que nem sempre voltavam, devido às tempestades. Gravando sempre em discos de 78 rotações (com uma faixa de cada lado e sem capa, apenas uma embalagem de papel com um buraco no meio), ele viu surgir o disco de vinil, à época chamado de “long play” (LP). Isto se deu nos anos 1950, quando o primeiro formato do gênero era o LP de dez polegadas. Do tamanho de um 78 rotações por minuto, ou seja, médio, mas que rodava em 33 rpm e já comportava quatro faixas de cada lado, trazendo uma tecnologia superior, com menos chiado e mais fidelidade sonora. Para o primeiro álbum que gravou, este “Canções praieiras”, de 1954, ele escolheu justamente essa parte temática de seu cancioneiro. Lançou em primeira mão logo duas pérolas autorais do gênero – “Quem vem pra beira do mar”, também gravada por Aracy de Almeida na mesma época, e “O bem do mar”. Aproveitava para regravar o clássico “O mar” (“Quando quebra na praia/ É bonito/ É bonito)”, sua canção favorita, lançada em 1940 num 78 rpm apresentando a mesma música dos dois lados. E ainda “É doce morrer no mar” (rara parceria com o compadre Jorge Amado) e “A jangada voltou só”, que integravam um mesmo disco de 78 rpm de 1941, e “A lenda do Abaeté” e “Saudade de Itapoan”, que faziam parte de outro, em 1948, retratando, respectivamente, a famosa lagoa de Salvador e uma de suas praias mais emblemáticas. Fechando a tampa, “Pescaria (Canoeiro)”, que o Trio de Ouro (Herivelto Martins, Dalva de Oliveira e Nilo Chagas) teve a primazia de registrar, em 1944. O resultado é uma pequena obra-prima. Acompanhando-se apenas de seu violão, parecia estar com uma orquestra. Como se não bastasse, Caymmi, tinha também um outro talento que começou no início da vida adulta, quando, ainda em Salvador, largou os estudos no fim do primeiro ano ginasial para trabalhar. Entre os bicos que fazia estava o de pintar tabuletas para casas comerciais. Era o início de uma nova atividade que, já profissional da música, no Rio, se tornou um hobby: a pintura. E não é que ele era um ótimo pintor? Fez quadros lindos, um dos quais estampa a capa deste LP, uma excelente oportunidade para que todos possam atestar também a beleza de seus traços e – por que não? – enfeitar a casa. O vinil pode ter essa ótima dupla utilidade. Release por Rodrigo Faour Repertório do LP: LADO A 1 Quem vem pra beira do mar (Dorival Caymmi) 2 O bem do mar (Dorival Caymmi) 3 O mar (Dorival Caymmi) 4 Pescaria (Canoeiro) (Dorival Caymmi) LADO B 1 É doce morrer no mar (Dorival Caymmi/Jorge Amado) 2 A jangada voltou só (Dorival Caymmi) 3 A lenda do Abaeté (Dorival Caymmi) 4 Saudade de Itapoan (Dorival Caymmi)
Características
Gênero
MPB
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